Em 14 dias, governo torra R$38 milhões com viagens
Só entre os dias 7 e 21 de fevereiro, o governo Lula conseguiu a proeza de torrar sem piedade quase R$38 milhões em viagens. A gastança fez disparar para R$64,7 milhões a despesa total em menos de dois meses. Valores equivalentes à metade da farra (R$33 milhões) foram destinados apenas a diárias a funcionários. O restante pagou passagens aéreas, até para a primeira-dama Janja, uma viajante compulsiva por nossa conta.
Só passagens
As mais de 27 mil viagens realizadas até o momento, este ano, custaram R$31,3 milhões em passagens, aponta o Portal da Transparência.
Gastão
O ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, é o maior gastador com passagens e diárias até agora, este ano: R$50,7 mil.
Ritmo só aumenta
Gastos com diárias e passagens no governo Lula totalizaram R$2,2 bilhões em 2024 próximos dos R$2,3 bilhões de 2023.
O Índice de Democracia da revista britânica The Economist aponta queda livre do Brasil no ranking. Caiu quatro posições entre 2022 e 2023 e outras seis posições em 2024 para 57º entre 167 países.
O ano mal começou…
Foram criadas novas frentes parlamentares no Congresso: Nações do Sudoeste Asiático, Jogo Responsável e Defesa da Enfermagem. Já são 285 frentes, que rendem votos ou belas viagens internacionais.
Na nossa conta
Uma das modalidades favoritas de despesa dos governos petistas, os cartões corporativos já custaram R$8,3 milhões aos pagadores de impostos em 2025, segundo dados do Portal da Transparência.
Correção na lei
Rodolfo Nogueira (PL-RS) apresentou o projeto para revogar a lei que impede reintegração de posse envolvendo invasões indígenas. Para ele, isso tem sido usado como subterfúgio para esconder ilegalidades.
Bolsonaro no sal
Após o ministro Cristiano Zanin, ex-advogado pessoal de Lula, o ex-ministro da Justiça Flávio Dino, atualmente no STF, também se declarou apto, “imparcial”, para julgar Jair Bolsonaro e mais 33 denunciados.
Cobrança pública
O deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS) criticou o ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça ironizando seu “sumiço” e questionando a sua postura diante as recentes decisões da Corte.
Má experiência
Antes de Gleisi, Lula nomeou em 2006 o presidente do PT para as Relações Institucionais: Tarso Genro. Não deu certo. Mas não aprendeu e agora recorre novamente ao destempero. A perspectiva não é boa.
Deu no que deu
“Dilma apostou na Gleisi e terminou isolada, sem apoio até do próprio partido. Lula está repetindo o erro. A escolha só demonstra o desprezo do governo pelo diálogo”, avalia o deputado Sanderson (PL-RS)
Pensando bem…
…ganhar cargo é fácil, difícil é articular.
DIÁRIO DO PODER – COLUNA DO JORNALISTA CLÁUDIO HUMBERTO